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domingo, 19 de junho de 2022

Quando a direita brasileira começou a se dividir?

Vocês lembram que os bolsonaristas, o MBL, Nando Moura, Diego Rox, O Antagonista, Movimento Vem Pra Rua estavam todos juntos fazendo campanhas contra o PT e apoiando Jair Bolsonaro nas eleições de 2018? Jair Bolsonaro foi eleito em 2018 e assumiu o cargo no dia 01-01-2019. Mas antes de completar 1 ano na presidência, a galera que apoiou Bolsonaro acabou se dividindo. Hoje os Bolsonaristas continuam fiéis ao presidente da República, mesmo entendendo que o presidente cometeu alguns erros. Outros abandonaram Jair Bolsonaro e hoje o atacam com força tentando fazer o brasileiro mudar a mentalidade e deixar de apoiar o capitão. A questão é que muitas críticas a Bolsonaro que são feitas por ex-apoiadores são críticas infundadas e injustas. E também existe uma tentativa de justificar erros de Bolsonaro por parte daqueles que o apoiam. E isso é tema para outro postagem. Aqui, eu quero esclarecer quando houve a divisão da direita. A divisão da direita começou em setembro de 2019 quando Flavio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, se posicionou contra a Lava Toga. Naquela época, até então, toda a direita era unida e queria que o Senado fizesse a CPI da Lava Toga, que era a maneira que eles entendiam que resultaria no impeachment dos 11 ministros do STF daquela época. A questão é que o STF também começou a se mobilizar com declarações sobre essa CPI. Por isso começaram a surgir os argumentos contrários a CPI Lava Toga. Os Bolsonaristas entenderam que a CPI seria uma espécie de armadilha contra a direita. Armadilha disfarçada de "solução". Já a galera do Nando Moura ficou revoltada quando viu a CPI Lava Toga indo pro ralo e com apoio dos bolsonaristas. Outro evento que ajudou a dividir a direita de vez foi a escolha que o presidente Jair Bolsonaro fez para a PGR. Na época, Nando Moura, MBL, Vem Pra Rua, queria que o Delta Dallagnol fosse o PGR do governo Bolsonaro. Bolsonaro até deu entrevista para a mídia do qual havia dito que se o Deltan quisesse ser PGR era para o Delta procurá-lo (Bolsonaro falou isso mesmo depois de ter compartilhado uma publicação de uma página do Facebook que dava supostos indícios de que Deltan era um esquerdista). Contudo, o Deltan nunca marcou encontro com Bolsonaro e sequer disputou a PGR. Deltan não foi candidato a PGR e ainda queria que Bolsonaro escolhesse alguém da lista tríplice assim como o PT também queria que o Bolsonaro escolhesse alguém da lista tríplice. Na verdade, a lista tríplice da ANPR possuía 3 candidatos afinados com a esquerda e por isso o Bolsonaro decidiu não escolher NINGUÉM da lista tríplice. Todos os 6 candidatos para a PGR, tanto os da lista tríplice quanto os que estavam fora da lista tríplice tinha ligações com a esquerda do Brasil e coube Bolsonaro escolher o candidato que tivesse menos aversão às pautas conservadoras. Bolsonaro escolheu o Aras entendendo que ele é o mais acolhedor as pautas que o elegeram presidente. Outra situação que fez com que a direita brasileira se dividisse de vez foi Bolsonaro sancionar o Juiz de Garantias. Para a galera do Nando Moura, Partido Novo, O Antagonista... o Juiz de Garantias é uma porta para a corrupção no Brasil. No outro lado desse embate, há um fato: Juiz de Garantias funciona há 36 anos em São Paulo. Nunca houve problema algum quanto a isso. E assim surgiu a divisão entre os bolsonaristas e os Morossexuais (dissidentes do bolsonarismo) e que atualmente tentaram colocar Sérgio Moro no lugar do Bolsonaro. Sérgio Moro desistiu de sua candidatura à presidência e hoje está no partido do Luciano Bivar. 

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