Após bater recorde de audiência, após aumentar a sua renda e se consagrar como segundo canal de notícias da TV em menos de um ano de existência a Jovem Pan despertou inveja e virou alvo da militância travestida de jornalismo. Só neste mês a revista Piauí, parceira editorial da Folha de SP, já publicou três matérias detratando a Jovem Pan, difamando seus colaboradores e por extensão difamando seus milhões de ouvintes e espectadores. Por menor que seja o alcance e a relevância da revista, as acusações são graves e precisam ser endereçadas. Uma reportagem bem mal escrita intitulada " A Jovem Pan e o golpe" , a Piauí embarca numa teoria da conspiração de roteiro de filmes de ficção sem especificar fontes nem qualquer localidade cometida pela emissora. A Piau relata que "por determinação expressa da direção a Jovem Pan se tornou um polo de desinformação a serviço de uma suposta estratégia golpista do Presidente da República". Ainda nesta linguagem de tabloide a matéria descreve alguns dos meus colegas como "extremistas" , gente que "despreza a preservação ambiental e que não trata o combate ao racismo como tema bem-vindo". Radicais golpistas que atacam a democracia, espalham fake News, são inimigos da natureza e abraçam racismo? Que bela argumentação , hein, Piauí? Bem técnica, um primor de jornalismo esse aí de vocês. Mas as ausências não param por aí, não. Segundo a Piauí, essa tradicional emissora, com mais de 80 anos de história, trocou a sua independência editorial de décadas por supostos incentivos financeiros do governo Bolsonaro. Será mesmo? Bom, para embasar a sua falsa acusação apoiou e usou como critérios a quantidade de inserção de publicidade estatal na programação, O que é uma tremenda de uma desonestidade. Que, vamos combinar: o que realmente importa é quanto foi pago.
👉 Caio Coppolla falando sobre a revista Piauí • Texto transcrito por Reyesvalenciennes.